A superfície de ataque cresce todo dia. A capacidade de enxergar o próprio risco quase nunca acompanha.
› Novas superfícies surgem o tempo todo
- Ativo sem dono
- Credencial vazada
- Fornecedor terceiro
- Shadow IT
› Novas superfícies surgem o tempo todo
Enxergar antes
é conter antes.
A superfície de ataque cresce em todas as frentes: identidades, fornecedores, ativos expostos e, agora, agentes de IA. Cada categoria abre brechas que os controles tradicionais não enxergam.
Defesa em profundidade: cada camada protege a de dentro, do dado à governança
Atacantes combinam exploits entre camadas, testando defesas holísticas em vez de controles isolados.
Regras estáticas não pegam combinações novas nem táticas que evoluem mais rápido que as atualizações.
Mudanças na definição de ferramentas passam pelos gateways sem visibilidade nem revalidação.
Prompts manipulados levam o agente a vazar dados, burlar controles ou agir onde não deveria.
Bibliotecas e dependências comprometidas carregam código malicioso para dentro do seu ambiente.
Contas e integrações de parceiros ampliam a superfície sem o mesmo rigor de controle interno.
Um incidente no fornecedor vira porta de entrada para os seus dados e sistemas.
Sem inventário de quem acessa o quê, o risco herdado passa despercebido.
Logins expostos por stealers e vazamentos alimentam acessos legítimos nas mãos erradas.
Ausência de MFA e senhas reaproveitadas transformam phishing em invasão direta.
Contas e serviços com mais permissão que o necessário ampliam o estrago de qualquer comprometimento.
Tokens e sessões que não expiram mantêm portas abertas muito depois do acesso inicial.
Sistemas e subdomínios fora do inventário (shadow IT) ficam sem patch e sem monitoramento.
Portas e painéis abertos na internet são varridos e explorados em minutos.
Segredos, chaves e dados sensíveis publicados por engano em código público.
Buckets e permissões abertas expõem dados sem que ninguém precise invadir nada.
Para cada frente de risco, uma defesa sênior, não um produto de prateleira.
Guardrails, revisão de servidores MCP e bloqueio de injeção de prompt nos agentes que já operam no seu ambiente.
Inventário e avaliação contínua da cadeia, para que o incidente do fornecedor não vire o seu.
MFA, mínimo privilégio e caça a credenciais vazadas, para que o login legítimo não vire porta de entrada.
Descoberta do ativo esquecido e do serviço exposto, antes que o scanner do atacante chegue neles.
A consultoria da Percepta estrutura o programa em framework reconhecido, do NIST CSF 2.0 ao ISO 27001, quantifica a exposição em dinheiro e acompanha a execução até o controle sair do papel.
Papéis, política e apetite a risco definidos pela função GOVERN do NIST CSF 2.0, a que sustenta as outras cinco. Governança, risco e conformidade num sistema só, não em três planilhas.
Exposição traduzida em faixa financeira por FAIR, com frequência e magnitude explícitas, no lugar do quadrado vermelho.
Adequação a ISO 27001, LGPD e ao que o seu regulador exige, conduzida até o controle existir de fato, com rastro que sustenta a auditoria.
Onde o programa está por função do CSF, onde precisa chegar e a fila de iniciativas que liga os dois, ordenada por risco reduzido a cada real investido.
Material e presença na reunião de board: exposição, tendência e o que muda com o investimento, em linguagem de negócio e sem jargão técnico.
Senioridade de CISO por fração do tempo, para conduzir o plano, cobrar a execução e responder pelo programa.
Controle que ninguém testou é suposição. A Percepta simula o adversário real, do recon ao domínio, revisa a arquitetura e a nuvem e mede a eficácia do que já está implantado, entregando a falha com prova, impacto e correção.
Whitebox e blackbox em web, cloud, mobile e Active Directory. A brecha com prova, não suposição.
Adversário simulado fim a fim: da engenharia social ao domínio, medindo detecção e resposta.
Revisão da conta de nuvem contra benchmark reconhecido: identidade, exposição de rede, storage aberto e o caminho de escalada que a configuração permite.
Ciclo contínuo, não varredura avulsa: descoberta, priorização por exploração real e acompanhamento até a correção fechar.
A arquitetura revista no desenho, quando corrigir ainda é barato: segmentação, confiança entre componentes e o que acontece quando uma peça cai.
O controle testado contra a técnica que ele deveria barrar, com prova de conceito quando é preciso demonstrar. Eficácia medida, não declarada.
Prevenir não elimina o incidente, encurta o estrago. A Percepta detecta o que está em curso, conduz a resposta com método e devolve o ambiente mais duro do que estava.
Condução do incidente do primeiro sinal ao pós-mortem: contenção, erradicação, recuperação e a linha do tempo que sustenta a decisão.
Forense digital sobre disco, memória e nuvem: o que o atacante fez, por onde entrou, o que levou e desde quando estava lá, com cadeia de custódia preservada.
Busca ativa pelo comprometimento que passou pelos controles, guiada por hipótese e TTP, não por espera de alerta.
Coleta e correlação que geram alerta que vale acordar alguém: casos de uso escritos para as suas ameaças, regra afinada e ruído cortado.
Playbook automatizado no que é repetitivo, enriquecimento e contenção sem espera humana, para o analista sobrar para o que exige julgamento.
Amostra dissecada em estática e dinâmica: comportamento, persistência, indicadores e a regra de detecção que sai da análise.
Superfície reduzida e configuração revisada contra baseline reconhecido, do endpoint à nuvem, incluindo identidade e o caminho para Zero Trust.
A ameaça aparece fora do seu ambiente antes de chegar nele: credencial vazada em fórum fechado, domínio registrado para imitar a sua marca, técnica nova no grupo que ataca o seu setor, servidor seu exposto que ninguém sabia que existia. A Percepta monitora esse terreno de forma contínua e entrega o que muda a decisão, não um feed de indicadores.
Conte o contexto. Respondemos com um diagnóstico inicial, priorizado e sem alarmismo.
PERCEPTA.GROUP